01 — O que fazemos
Concentração em direito empresarial. Cada frente abaixo traz o que cobrimos, o momento certo de acionar a banca e o que entregamos — sem jargão para impressionar.
A arquitetura da empresa. Definida com calma hoje, evita a disputa cara amanhã — quando os sócios já não se falam.
Tratar de um caso societário →Antes de aceitar um novo sócio. Ao perceber que o contrato social não responde mais à realidade do negócio. Quando a sucessão deixa de ser hipótese e vira prazo.
O que você recebe
Contrato social ou acordo de sócios redigido para a sua operação — não modelo genérico —, com mapa dos cenários de conflito previstos e a regra de saída acordada por escrito antes que ela seja necessária.
Um contrato bem escrito é silencioso: ninguém o relê, porque não houve briga. É esse silêncio que entregamos.
Revisar um contrato →Antes de assinar — sempre que o valor ou o prazo do contrato não comportar um erro. E quando a outra parte mandou a minuta dela: é aí que a leitura cláusula a cláusula paga por si.
O que você recebe
Minuta blindada com os riscos sinalizados em linguagem clara — o que cada cláusula protege e o que ela custa se a relação azedar —, mais um resumo executivo dos pontos inegociáveis para a sua mesa de negociação.
Litígio não é reação. É tese construída com antecedência, sustentada da primeira petição à instância superior.
Discutir uma disputa →Ao primeiro sinal de litígio — não na véspera da audiência. O melhor processo é o que se prepara antes de existir; o segundo melhor, o que se assume cedo o bastante para escolher o terreno.
O que você recebe
Avaliação honesta da chance real de êxito antes de qualquer petição, a estratégia processual por escrito com seus cenários de custo e o mesmo advogado conduzindo cada ato — do pedido liminar ao trânsito em julgado.
O problema mais barato é o que nunca chega ao Judiciário. Estar presente na rotina é como se chega lá.
Falar sobre acompanhamento →Quando a empresa cresceu além do ponto em que dá para improvisar o jurídico. E sempre que houver uma decisão grande à mesa — comprar, vender, demitir em massa, mudar de modelo — antes de tomá-la.
O que você recebe
Um interlocutor jurídico fixo que conhece a sua operação — não um plantão de desconhecidos —, pareceres em linguagem de decisão e o hábito de ouvir “não faça assim” antes de o erro custar caro.
Antes da primeira conversa
Atendemos empresas cuja decisão jurídica tem peso — não pelo faturamento, mas pela consequência. Da empresa familiar em sucessão à companhia em reorganização. O que não fazemos é volume: por isso a carteira é limitada.
A primeira conversa é de escuta e sob sigilo, para entender o contexto e dizer com honestidade se podemos ajudar. Honorários só entram em pauta quando há caso a assumir, sempre acordados por escrito antes de qualquer trabalho.
Em medidas de urgência, respondemos no mesmo dia. Nos demais casos, retornamos o contato em até um dia útil com uma proposta de reunião. Quem fala com você é sócio, não triagem.
Dizemos com clareza. Quando o caso pede uma frente fora da casa — tributário de alta complexidade, trabalhista de massa —, articulamos pareceristas de confiança e seguimos coordenando, sem terceirizar a responsabilidade pelo resultado.